Amigos,
Com a maior alegria do mundo eu e Sheila Zagury faremos este show.
Eu adoro a Escola de Música da Rocinha, acho um projeto maravilhoso e sinto-me honradíssima com esse convite. Gostaria muito de te-los lá com a gente no dia 3 de junho!
Vamos?
- Marianna Leporace
- Música, divulgações, diversões, meio ambiente, cultura, divagações e boas conversas. Não necessariamente nessa ordem :-)
sábado, 31 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
São Bonitas as Canções na Sala Baden Powell!
Dia de alegria, de cantar ao lado de uma parceira maravilhosa, com minha banda fundamental e convidados pra lá de especiais! Alegria é pouco!
Esperamos vocês!!!
Beijos
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Folia de 3 em Birigui e São José do Rio Preto - SP
Que alegria viajar fazendo aquilo que a gente ama, com amigos queridos e talentosos!
Birigui e São José do Rio Preto, ai vamos nós!
Ô sorte!
Beijos
Birigui e São José do Rio Preto, ai vamos nós!
Ô sorte!
Beijos
quarta-feira, 3 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Cantar Baden Powell
Amanhã tem função :-)
E vou fazer um show que adoro, um repertório rico, que me da muito prazer!
Esse show só nos deu alegria, viajamos muito, realizamos muitas coisas e passeamos pelo Brasil! O melhor de tudo é que ele está com o frescor sempre em dia.
Resolvi então publicar aqui um texto que escrevi em 2007, quando o CD "Marianna Canta Baden Powell" foi lançado. A sensação de gratidão e a emoção continuam intactas.
Espero que gostem!
CANTAR BADEN POWELL
Lançar um novo trabalho é sempre
uma incógnita. É o que gosto de chamar de “tiro no escuro”, aquele que nunca
sabemos aonde vai parar. Esse é o grande mistério que movimenta a roda, que
está por trás do grande prazer que é a opção de fazer arte na vida. É esse
“viver na corda bamba” que me alimenta, essa sensação de que você pode “agradar
alguns mas nunca agradar a todos” é que resulta no grande e fascinante desafio
de estar sempre buscando algo mais, querendo ampliar a gama de “agradados”.
Estou nesse momento “de parir” um
novo “filho” cuja gestação durou mais de um ano, pois a idéia inicial era de um
lançamento apenas no mercado japonês, como aconteceu em 2006. Não foi um filho
planejado, não foi uma idéia que saiu da minha cabeça, como costumam ser os
meus projetos, mas sim um convite abençoado que aceitei de bom grado, com muita
honra e prazer.
Eu embarquei na canoa do produtor
Kazuo Yoshida, que se tornou um ótimo parceiro de aventura, e que me apareceu
com esse disco praticamente todo pronto, com todas as idéias resolvidas e eu
apenas complementei e mergulhei sem muitos questionamentos. Então, no final de
2005, topei o desafio sem medir conseqüências, sem grandes planos, sem pensar em futuro. Mas.. .o povo
daqui dessa margem do “Rio”, gostou da brincadeira e começou a por a lenha na
fogueira.
Carlos Mills (dono da minha
gravadora daqui) comprou o barulho e achou que o disco tinha grandes chances
também em águas brasileiras. Ai começaram as negociações com a gravadora do
Japão (dona do CD) durante praticamente todo o ano de 2006. Eu já estava
caminhando por outras praias, pensando em outros projetos, com a cabeça bem
longe de mestre Baden, mas não sem torcer pelas negociações.
E ai, o futuro chegou! Foi tudo
tão fácil e orgânico que às vezes me pego assustada...onde será que isso vai
parar???
Cantar Baden Powell é hoje o meu
grande projeto e meu maior desafio, posto que as maiores vozes brasileiras já
encararam essa missão. Mas não quero pensar nisso e nem posso, pois me arrisco
a não dar nenhum passo. Quero caminhar muito por essas ricas paisagens que
Baden me apresenta a todo instante e correr todos os riscos!
Obrigada mestre Baden por me
permitir mergulhar em sua rica obra!
Obrigada Yoshida por me convidar
para o mergulho!
Obrigada Carlos Mills por ampliar
a rota do barco!
Obrigada Alain Pierre por apontar
a direção desse barco!
A todos vocês SARAVÁ!
26 / 05 / 2007
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Ridículos somos nós!
Lendo hoje no jornal O Globo a matéria sobre o livro que reúne as cartas trocadas por Fernando Pessoa e sua única namorada conhecida, Ofélia, me peguei pensando o quanto são interessantes e criativos os ideais e objetivos de certas pessoas, como o casal que arrematou as cartas de Pessoa num leilão e anos depois procurou a família do poeta para comprar as cartas escritas por Ofélia. O colecionador Pedro Corrêa do Lago e sua mulher, a pesquisadora Beatriz Corrêa do Lago, entregaram esse rico material a Richard Zenith, autoridade no que diz respeito a obra do autor (adorei esse nome, por motivos óbvios), que organizou a correspondência dos enamorados e publicou nesse livro, que se chama: “Fernando Pessoa e Ofélia Queiroz – Correspondência amorosa completa (1919-1935)”.
Acho
incríveis as cartas, memórias vivas de pessoas que já não estão por aqui, de
uma época, de histórias que podem ser recontadas, como essa do poeta e sua
namorada. Sim, me interessam as cartas!
Mas num paralelo rápido com o nosso tempo, moderno e cheio de recursos virtuais, digitais, tecnológicos e quetais, imagino num futuro longínquo os pesquisadores escarafunchando e-mails, cheios de linguagens cifradas e palavras abreviadas em computadores obsoletos e, sinceramente, não acho isso nada poético.
Mas num paralelo rápido com o nosso tempo, moderno e cheio de recursos virtuais, digitais, tecnológicos e quetais, imagino num futuro longínquo os pesquisadores escarafunchando e-mails, cheios de linguagens cifradas e palavras abreviadas em computadores obsoletos e, sinceramente, não acho isso nada poético.
Que
mundo estranho esse nosso, pelo menos pra mim, romântica incorrigível que sou,
quase parnasiana, antiguinha mesmo. Mas eu não sou parâmetro pra nada, afinal
ainda acredito no CD e adoro a vida simples e bucólica do campo, livre da “correria
da cidade que arde” e do excesso de informação inútil que nos assola.
Voltando
à pesquisa do casal das cartas, gosto de ler sobre esses trabalhos hercúleos de
resgate do passado, de preservação da memória. Que bom que ainda existe gente
que se importa com isso e vai à luta pra remontar os pedaços de uma época ou de
uma história de amor.
O
pensamento que me invade, depois de pensar nisso tudo, é: ridículos somos nós,
Pessoa, que não mais trocamos cartas de amor! Que mundo pouco inspirador esse
nosso.
NOTA: Fui buscar na internet uma foto da capa do livro e achei essa num blog excelente de uma jornalista chamada Andreia Santana. Recomendo a visita e a leitura de seus textos! Obrigada, Andreia!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Agenda animada!!!
Este ano está caminhando de uma maneira bem inusitada e animada! Estou tendo a oportunidade de apresentar, em diferentes palcos, meus diversos trabalhos e minhas várias facetas.
Comecei o ano com um novo projeto, uma nova ideia, que resolvi amadurecer nos shows para que, no futuro, ela se transforme em um CD. Resolvi cantar sambas do meu jeito, seguindo minha linha de pesquisa de repertório de canções inéditas, de compositores que admiro. Já fiz três shows assim e tem sido muito prazeroso.
Recebi o convite maravilhoso do Ricardo Brito pra apresentar com ele seu ótimo Programa Encontros na Rádio Roquette-Pinto (94,01 FM), todas as quartas, às 22h.
Agora recebi um convite bem legal do Teatro Rival Petrobras, pra apresentar o repertório em inglês que foi gravado e distribuido em três CDs, de uma série chamada "Pop Acústico", lançada pela Deck Disc. Esse show acontecerá dentro do projeto "Rio Cover Festival", no dia 27 de maio, uma segunda-feira, com pompas e circunstancias e ainda com a participação da incrivel Rosa Marya Colin!
Mês que vem apresento meu show de Baden Powell no SESC Tijuca, no projeto "Memória MPB".
E no segundo semestre, além de sair em turnê pelo interior de São Paulo com meu trio vocal Folia de 3, apresentando o nosso CD em homenagem a Ivan Lins, relanço, ao lado de Sheila Zagury, o CD "São Bonitas as Canções" com as parcerias para teatro de Edu Lobo e Chico Buarque.
Está divertido mesmo e estou gostando muito!!! A aventura é boa e a colheita tem sido farta. Mas o melhor de tudo é seguir sempre cantando!
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